Quinta-feira, Março 15, 2007
Quarta-feira, Março 07, 2007
toda e qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência. ou não. talvez seja só mesmo o destino que como uma novela cheia de clichês se revela mais uma vez cheia de surpresas. no próximo capítulo talvez seja desvendado todo o mistério. mas, que graça!? todas, oras. não!? descobri que não existe vacina capaz de parar o vírus tempo, que não existem atalhos que encurtem o caminho e que para esse mesmo caminho ou tempo não existe nenhum método indolor, incolor ou inodoro. tudo ao seu tempo, tudo ao meu tempo e tudo sem tempo. late and lost, a história da minha vida. do mais, a felicidade é por acaso esse momento em que nos ocupamos com as coisas miúdas deixando à parte o grosso. o mundo macro é muito mais divertido do que a milionésima parte de qualquer problema. por fora, na casca, no todo, na extremidade, está e sempre esteve a solução para todos esses detalhes. detalhes que, talvez, nem sejam assim problemas, só detalhes. mas, como o diabo está nos detalhes, é lá que encontramos os defeitos, é só lá que existe a imperfeição. a pureza, a total falta de condição para qualquer sentimento, a completa vontade de ser é uma coisa infinitamente maior. é nesse infinito que chega a parecer invísivel de tão grande que hoje eu resido. é nesse infinito que eu quero ficar. é nesse infinito que eu existo, sinto e percebo. longe de tudo o que é pequeno. longe de mim mesmo, mas perto daquilo que o acaso daqueles mesmos detalhes e daquele mesmo infinito reservou.